Pesquisar este blog

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Filmagem das estigumas de Catalina Rivas




Pior cego é aquele que não quer ver.
A muito tempo Deus tem revelado sinais, mas a humanidade insiste em não acreditar ou criar uma forma racional de dizer que os sinais revelados são comuns ou seja, usados pelo inimigo estão cego e cegando aos outros.
Quem não se lembra de quando DEUS revelou sinais através de Moisés ao faraó, mas logo em seguida, os cegos usados pelo inimigo para cegar e iludir deram uma maneira de fazer o faraó desacreditar dos sinais que DEUS revelava através de Moisés, Quem não se lembra de que o próprio Jesus foi descreditado mesmo diante de tantos milagres, isso porque o inimigo desde sempre na história da humanidade tem interferido em nosso meio para que não creiamos em nosso Deus, pois da mesma maneira acontece nos dias de hoje, com tantos sinais o povo ainda não consegue crer porque da ouvido a descrença semeada pelo inimigo.
Mesmo que possa existir alguém com estresse elevado a tal ponto de criar este fenômeno, como eles explicam os estigmas surgirem nos pontos categóricos e como a mulher podia se comunicar com o medico de um quarto a outro.
Não nos deixe enganar Cristo vive e conosco esta.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Exorcista de Roma diz que invocar João Paulo II é efetivo contra o diabo



Pe. Gabriele Amorth, sacerdote exorcista da diocese de Roma (Itália) e um dos mais conhecidos do ramo, assinalou que, o agora Beato Papa João Paulo II se converteu, nos últimos anos, em um poderoso intercessor na luta contra o demônio.
O Pe. Amorth tem 86 anos de idade e 70 000 exorcismos em seu experiência. O primeiro que disse na entrevista é que “o mundo deve saber que Satanás existe”.
Em seu pequeno e singelo escritório na zona sudeste de Roma onde realizou milhares de exorcismos, o sacerdote contou que às vezes invoca a ajuda de Santos homens e mulheres, entre os quais destaca João Paulo II, beatificado pelo Papa Bento XVI no último passado 1º de maio em Roma ante um milhão e meio de fiéis.
Durante os exorcismos, contou o sacerdote à agência em espanhol do grupo ACI, a ACI Prensa, “perguntei ao demônio mais de uma vez: ‘por que João Paulo II te dá tanto medo?’ E tive duas respostas distintas, ambas interessantes”.
“A primeira foi: ‘porque ele desarmou meus planos’. E acredito que com isso se refere à queda do comunismo na Rússia e na Europa do Leste. O colapso do comunismo”.
“Outra resposta que o demônio me deu foi ‘porque arrebatou a muitos jovens de minhas mãos’. Há muitos jovens que, graças a João Paulo II, converteram-se. Talvez alguns já eram cristãos mas não praticantes, e logo com João Paulo II voltaram para a prática”.
Ao ser perguntado sobre o intercessor mais efetivo de todos, o Pe. Amorth respondeu sem duvidar: “é obvio que a Virgem é a mais efetiva. E quando é invocada como Maria!”
“Uma vez perguntei a Satanás. ‘mas por que te assusta mais quando invoco a Nossa Senhora que quando invoco a Jesus Cristo? ’ Respondeu ‘porque me humilha mais ser derrotado por uma criatura humana que ser derrotado por Ele”.
O sacerdote disse também que é importante a intercessão dos que ainda vivem através da oração. Os cristãos podem rezar pela liberação de uma alma, um dos três elementos que ajudam neste processo aos que se somam a fé e o jejum.
“O Senhor deu (aos Apóstolos) uma resposta que também é muito importante para nós os exorcistas. Disse que para vencer o demônio se necessita muita fé, muita oração e muito jejum: Fé, oração e jejum”.
O Pe. Amorth disse ademais que na luta contra o demônio é necessária “especialmente a fé, necessita-se muita fé. Muitas vezes também nas curas, Jesus não diz no Evangelho sou eu quem te curei. Diz, no entanto, você está curado por sua fé. Quer fé nas pessoas, uma fé forte e absoluta. Sem fé não pode fazer nada”.
O sacerdote membro da Sociedade de São Paulo explicou que “o diabo e os demônios são muitos e têm dois poderes: os ordinários e os extraordinários”.
“O poder ordinário é a capacidade de tentar o homem para distanciá-lo de Deus e levá-lo ao inferno. Esta ação se realiza contra todos os homens e as mulheres de todo lugar e religião”.
Sobre os poderes extraordinários, o Pe. Amorth indicou que estes se concentram em uma pessoa específica e existem quatro tipos:
“A possessão demoníaca para a qual se requer um exorcismo, o vexame demoníaco, como o que sofreu em reiteradas ocasiões o Santo Padre Pio de Pietrelcina que era golpeado fisicamente pelo demônio; as obsessões que levam a pessoa ao desespero; e a infestação, que é quando o demônio ocupa um espaço, um animal ou inclusive um objeto”.
O sacerdote alertou que estes fatos são pouco freqüentes mas estão em aumento. Também manifestou sua preocupação pela cada vez maior quantidade de jovens que são afetados por Satanás através das seitas, as sessões de espiritismo e as drogas. Apesar disso não se desalenta.
“Com Jesus Cristo e Maria, Deus nos prometeu que nunca permitirá tentações maiores que nossas forças”, assinalou.
Finalmente na entrevista o Pe. Amorth propôs uma breve guia a ser tomada em conta na luta contra Satanás:
“As tentações do demônio são vencidas sobretudo evitando as ocasiões, porque o demônio sempre procura nossos pontos mais fracos. E logo, com a oração. Nós os cristãos temos uma vantagem porque temos a Palavra de Deus, temos a oração e podemos rezar ao Senhor”, concluiu.
Fonte: ACI Digital

domingo, 14 de outubro de 2012

Identidade Cristã



Vamos identificar alguns pontos necessários para que sua identidade seja autentica.

Resumo Geral: Mc 16,15 " E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura".
Este é o resumo geral de todo Cristão, pregar o Evangelho a toda criatura, nisto implica o compromisso missionário de cada cristão, anunciar a boa nova não importa o lugar ou a circunstancia.

Nome: Cristão Católico, há dois significados para o nome Cristão Católico. 
1º A identidade da denominação cristã pelo qual o Cristão foi ingressado a Igreja de Cristo.
2º A palavra "Católica" vem do grego "Katholiká" que significa (Para todos/Universal), sendo assim o Cristão Católico é o cristão que vive Cristo ao acordar ao deitar-se é o que vive Cristo em qualquer lugar ou com qualquer pessoa que esteja a sua volta, ele é o cristão para todos .
O primeiro significado é hoje em dia o mais usado, e talvez o único entendido por parte de outros cristãos.
O segundo significado é o menos usado, por conta de poucos entender o seu significado.

Filiação: Santíssima Trindade e Virgem Maria.
Santíssima Trindade por pertencermos ao Deus Trino (Pai, Filho e Espírito).
Virgem Maria por ter sido ela escolhida por Deus a ser a mãe do Salvador e foi através de Maria que Cristo assumiu a humanidade em si dando a ela o direito de ser Mãe de Deus/homem e mãe dos cristão.

Naturalidade: Igreja Católica Apostólica.
Todo cristão é natural da Igreja de Cristo, aqui expresso a naturalidade Católica e Apostólica.
Católica por ser a Igreja que expressa o Cristo para todos e Apostólica por conservar em si a sucessão apostólica.
Eu particularmente me identifico como Católico Apostólico Romano como podem ver em meu blog.
Por praticar a minha Fé na Igreja de rito Romano.

Doc. oringem: Livro da Vida.
O Livro da Vida é a imaginação de que Deus tem sobre seu controle um livro do qual esta escrito o nome de todos os Cristão, cada homem ao receber o seu batismo em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo torna-se Cristão e automaticamente é ingressado neste livro, com o direito de morrer e obter a glória que nos foi dado por Cristo ( a vida eterna junto a Deus). 
Todo Cristão deve-se ter em consciência que ao assemelhar-se a Cristo até o fim da vida é a garantia de que seu nome não seja apagado do Livro da Vida. 

É dever do cristão saber identificar-se e expor a sua Fé.
Este vídeo é o exemplo de identidade Cristã, aqui é exposta a Fé Católica Apostólica Romana.

domingo, 30 de setembro de 2012

A ausência de erros na Bíblia

Finalizando o mês Bíblico não posso deixar de dizer a importância de se afirmar a ausência de erros na Bíblia, ora mas porque se afirmar isso? será que aquele que crê tem duvida sobre a autenticidade das escrituras? é evidente que não. Mas então por que se afirmar isso?
Para não corrermos o risco de nos deixar levar por aqueles que dizem encontrar contradições nas escrituras e pelo descuido de nós mesmo não o termos percebidos. Será que agora estou a afirmar que a Bíblia contem erros? não mas que se levada ao fundamentalismo ela se torna uma descrença ao que professamos podendo até concluir que a Bíblia contem erros.
Em (Jo10,35) o Próprio cristo afirma "Ninguém pode anular a escritura". Com esta resposta, Jesus nos convida a olharmos de perto muitos textos bíblicos que menosprezamos e que não sabemos aprofundar, porque não enquadram com a nossa maneira de pensar e com as nossas próprias convicções religiosas. Os ouvintes de Jesus sabiam que o nome do Deus único não se pode comunicar a nenhuma criatura: mas era preciso excluir toda a  comunhão do homem com Deus para salvar esta certeza e esta fé? Não se podia dizer que Deus se torna presente dentro da própria humanidade? Pois bem, todo o Evangelho de a João evidencia, juntamente com a divindade do enviado de Deus, a vontade de Deus que quer divinizar-nos, ao passo que os adversários de Jesus permaneciam no plano dos preceitos e das tradições que era preciso observar para ser catalogado entre os bons. Mas também é verdade que essa afirmação de Jesus toca o tema da ausência de erro na Escritura, e sabemos que de há um ou dois séculos para cá o caráter da verdade divina que se atribui aos livros Sagrados tem sido contestado com argumentos  procedentes de partes muito diversas.
Para um crente, a ausência de erros na Palavra de Deus é inegável, mas mesmo assim é necessário precisar que tipo de verdade esperamos dessa Palavra. Basta, por exemplo, compara duas narrativas do mesmo fato nos diversos evangelhos, para ver que as contradições verificadas nos pormenores são numerosas. Compare-se, por exemplo,(Mt20,30) e (Mc10,46):(Mt18,1)-(Mt18,3) e (Mc9,33) - (Mc9,35). Devemos admitir, portanto, que Deus não ditou aos autores dos livros sagrados uma oficial postos por escrito obedeceram à regra geral: os melhores testemunhos dependem sempre , em parte, da pessoa que vê e que, sem querer, dá logo uma certa interpretação àquilo que viu. Contudo, à medida que se foi desenvolvendo a civilização moderna, foram surgindo dificuldades ainda maiores. Em primeiro lugar, verificou-se o desenvolvimento das ciências, e levantaram-se muitos problemas devido à oposição surdida entre a visão do mundo e das origens do homem dada pela ciência, e a que tinham os autores da Bíblia, sobretudo nos primeiros capítulos do Gênesis. Então os cristãos de dividiram. Enquanto os fundamentalistas se tinham à letra da narrativa, chegando a negra os fatos científicos mais comprovados, os outros tiveram de reconhecer que a verdade da narrativa bíblica não consistia na descrição das nossas origens, mas no lugar que essas paginas atribuíam às criaturas e ao homem no plano de Deus. Ver, a este respeito, nota a (Gn1,1).
Surgiram depois as dificuldades históricas. Foi necessário reconhecer que os autores da Bíblia não dispunham dos nossos meios para investigar o passado, mas, por outro lado, viam na história uma ilustração d ação de Deus nela: o quadro era verdadeiro, embora nem todos os fato se pudessem verificar. A partir do momento e que o leitor entrava nessa perspectiva, podia aceitar, sem medo, que não se pode duvidar da Escritura.
Vem em seguida a evolução da moral. Muitas leis morais herdadas da Bíblia, e consideradas até então obrigatórias para toda a pessoa de boa fé, deixam de ser evidentes para os nossos contemporâneos.
Não se deveriam relativizar as proibições sexuai da Bíblia? Veja-se,  a este respeito, o comentário a (1Cor7,1).
O movimento de emancipação feminista suscitou, por sua vez, uma objeção terrível: a Bíblia foi totalmente escrita no marco de uma cultura patriarcal. As experiências religiosas que narra foram na sua imensa maioria vividas, interpretadas e contadas por homens, em circunstância que não proporcionam à mulher meios de expressão nem  de manifestação da sua própria identidade. Que valor tem a imagem de um Deus machista, guerreiro e dominador, que ressalta de tantas páginas da Bíblia? E a inferioridade proclamada da mulher (Tm2,11) - (Tm2,15),não lança um manto de dúvida sobre toda a mensagem humana da Bíblia? Um último ataque provém de um olhar mais imparcial a respeito das outras religiões. A partir do momento em que se admitiu que Deus previu, efetivamente ,a salvação de todos os homens, e não só daqueles que crêem e são batizados, de que servem tantos discursos do Novo Testamento, sobretudo aqueles que parecem dizer que, sem o evangelho, sem o batismo, sem  a fé de Cristo, não há salvação? Ver, a este respeito, as notas a (Mt16,15) e (Ap22,3). Assim devemos dizer algumas palavras sobre a ausência de erros na Escritura.
O livro sagrado é totalmente obra de Deus e totalmente obra de  um autor humano, tal como dizemos na nota sobre a inspiração, a propósito de (2Tm3,16). Deus não ditou. Também não pressionou o autor para que dissesse o que nunca tinha pensado dizer e para que o fizesse em contraposição com a sua própria cultura. A obra do Espírito foi mais discreta, porque o Espírito sabe fazer-se nosso espírito. Deus o homem forneceu a sua experiencia religiosa e a da sua comunidade, cada uma delas com as suas limitações; Deus fez com que esse livro ocupasse os seu lugar num conjunto em que se devia inscrever toda a revelação necessária a todos aqueles que ele quisesse chamar para conhecerem o seu Filho único. Só a partir desse duplo projeto, de Deus e do homem , se pode falar de erros ou de ausência de erros na Escrituras. Devemos confessar que o uso habitual do termo "ausência de erros", para nos referirmos a este tema, é bastante infeliz, pois de antemão provoca uma posição defensiva. O adversário ata: Essa Bíblia com tem erros! E respondemos-lhe como podemos. O fundamentalista mante-se na sua. Adaptando a história contada por Di Melo, certo arqueólogo diz ao fundamentalista: "Acabamos de encontrar umas ossadas num tempo que tem 30.000 anos de idade; a sua criação do homem há apenas 5.000 anaos é uma fabula!" "Um momento" responde o fundamentalista, "o que se passa é que Deus colocou esse ossos nesse lugar para provar a nossa fé" A imensa maioria dos crentes responderá, simplesmente, que, embora a inspiração do autor garanta a verdade da mensagem religiosa, não o liberta dos seus limites humanos nem das características da sua cultura. Contudo, seria certamente preferível recordar que a Verdade é Deus. Deus revela-se e comunicas-se, mas o que ele procura sempre é colocar-nos na verdade, e nunca da-nos verdades das quais poderíamos fazer um pequeno tratado, para o qual bastaria olhar a fim de ter sempre a resposta adequada. Mais do que defender a Bíblia e falar de ausência de erros em geral, de forma abstrata, deveríamos interrogar-nos se, por vezes a Bíblia não nos terá induzido em erro, ou não nos terá levado a tomar uma decisão desacertada. Descobriremos certamente, mais de uma vez, certos preconceito do autor e as limitações do seu olhar: isso é próprio de qualquer cultura e de qualquer obra humana. Porém, se abordamos o texto com olhar da fé, dele sempre se desprenderá a certeza de termos tocados a verdade. A página, lida com fé e colocada de novo no conjunto da Bíblia, não nos enganará. Descobriremos que todo o Antigo Testamento é uma longa pedagogia de Deus, que muitas verdades foram surgindo pouco a pouco e que algumas, inclusive, só se consolidaram com a vinda de Deus,. Contudo, se precisamos de uma chave para interpretar esse longo caminhar do povo de Deus, e reintroduzir algumas personagens muito ausentes, ou muito menosprezadas (como no caso das mulheres), as encontraremos na pessoa do Filho de Deus feito homem; Deus ordenou toda a revelação de maneira a fazê-la conduzir tudo a ele, e é nele que ela acaba. No texto João que citamos, Jesus apoiou-se num frase e numa palavra precisa. O leitor moderno tem, pois, o direito de se interrogar se também pode apoiar-se com a mesma certeza nas palavras que encontre. Mas nunca encontraremos critérios simples, de aplicação fácil, que nos permitam ler, sem erros, as palavras inspiradas. A história nos ensina que as discussões religiosas entre adversários que faziam o mesmo uso da Bíblia muito poucas vezes levaram a uma reconciliação. Além disso, quando temos de tomar uma decisão, quantas vezes nos perguntamos se podíamos confiar na palavra bíblica? O problema é outro. o uso da Palavra de Deus é como um jogo que compromete toda a pessoa; as suas regras permanecem ocultas para quem olha a Bíblia de fora( como faz o demônio, nas tentações de Jesus). O crente que recebe a Bíblia como uma revelação da Sabedoria divina, a mesma que se manifestou plenamente em Jesus Cristo, saberá discernir quando for necessário. Porém, mesmo assim, continuará havendo lugar para os nossos próprios erros, porque a nossa cultura e a nossa experiência religiosa não estão mais asseguradas do que as dos séculos passados.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Por que ouvir a Igreja se eu posso concluir o que é certo ou errado?

Porque para aqueles que querem se salvar, nosso senhor Jesus Cristo nos orientou a respeito disto e nos deu a Igreja para  nos fazer participantes da nossa salvação.
Mas por que devemos ouvir padres e bispos se eles pecam como nós?

"Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho, sobre o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus a qual santificou pelo seu próprio sangue" (Atos 20,28)
"Quem vos ouve , a mim ouve; quem vos despreza, a mim despreza; e quem me despreza, despreza aquele que me enviou" (Lucas 10,16)

A Bíblia diz claramente que Jesus Cristo fundou uma Igreja sobre Pedro (Mateus 16,18), diz que estaria com ele até o fim do mundo (Mateus28,13-20), que lhe dava as chaves do reino do céu (Mateus 16,19), que esta Igreja seria coluna e firmamento da verdade (1Timóteo 3,15), que é preciso escutar esta Igreja sob pena de ser tratado como um pagão (Mateus 18,17).
Mesmo em relação à autoridade dos fariseus e Escribas, apesar de viciados em seus erros, por serem a autoridade legítima, disse Nosso Senhor: "Sobre a cadeira de Moisés se assentaram os escribas, os fariseus;
observai, pois, e fazei tudo o que eles vos disseram; mas não imiteis as suas ações" (Mateus 23,2-3).
Nosso Senhor escolheu, entre seus inúmeros discípulos, apenas doze Apóstolos, (Mateus 10,2-4). Instruiu-os duma maneira particular, desvendou-lhes o sentido das parábolas que as turbas não compreendiam (Mateus 13,2) e associou-os à sua obra mandando-lhes que pregassem o reino de Deus aos filhos de Israel ( Mateus 10,5,42).
Poucos dias antes da Ascensão, Cristo confiou aos doze Apóstolos o poder que antes lhes tinha prometido: "Todo o poder me foi dado no Céu e na Terra, ide, pois, e ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observar todas as coisas que eu vos tenho ordenado, e estai certos de que eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos "(Mateus 28,19-20). Portanto, Jesus Cristo comunicou aos Apóstolos o poder, de ensinar: " Ide e ensinai todos os povos".
Por esses motivos devemos ouvir a Igreja e o que a Igreja diz ser errado é errado e o que a Igreja diz ser certo é o certo

Resposta aos testemunho de Jeova porque os Católicos celebram o natal no dia 25 de Dezembro

Este vídeo é muito bom para orientação de Católicos não praticante da Fé Católica que quase sempre da ouvido a qualquer um que bate em sua porta.
Embora seja um vídeo que da respostas aos testemunhas de Jeova, sabemos que tao pouco será os testemunhas de jeova que vai ouvir, porque por orientação de seus pastores eles não podem buscar a verdade por orientação de outra doutrina ou seja estão aprisionados a crer na ignorância basear a verdade olhando só por um lado da moeda, sendo assim eles não podem ver a moeda por inteira.
Aqui deixo uma frase de Padre zezinho para orientação daqueles que amarram o seu burro no primeiro poste que encontram.
"O que eu sei é que a verdade é bem maior"


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Uma Palestra que todos os Evangélicos deveriam ouvir.

É fato que os protestantes sempre acolherão as Sagradas Escrituras como única autoridade de ensino sobre a doutrina de Cristo, sendo assim não precisaríamos de ouvir a um pastor, basta que eu a leia e a compreenda pela luz do Espírito Santo. Sabemos que não é bem isso o que acontece.
Como ignoram a história e se apegam a um fideísmo sem lógica, permaneceram com os olhos vendados.

Este videio é de grande importância em conhecimento histórico e que se os protestantes o visem teriam uma outra ótica sobre a Bíblia.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Uma reabilitação de Martinho Lutero?

Tendo em vista que precisava reforçar alguns pontos no artigo, torno a publicá-lo novamente, sem medo algum ou receio. O fato do artigo ter saído do ar uns dias para muitos pode ter parecido que quis retirar aquilo que disse. Jamais! Tenho comigo as palavras de Santo Agostinho que dizia: “Prefiro errar com a Igreja a acertar sozinho”.

***

A 21ª Viagem Apostólica de Sua Santidade Bento XVI é à Alemanha (a terceira neste país). Este é um momento propício para a renovação da fé daquele povo, que tanto necessita de uma palavra de consolo e de um gesto de apoio e carinho do Papa naquela sociedade secularizada. As maiores confissões religiosas nesse país são o Luteranismo e o Catolicismo, respectivamente, com 32,9% e 32,3% de fiéis. 67% (54.765.265) da população é cristã.

Em um dos atos públicos da sua viagem ressalta-se o encontro inter-religioso com os membros da confissão luterana e com os representantes das igrejas evangélicas na Alemanha. Esse grande passo dado pelo Santo Padre, neste âmbito, foi criticado por alguns católicos que disseram que  ele teria reabilitado Lutero; e ouve gente que até mesmo fez chacota afirmando: “São Lutero, rogai por nós!”. Essa mesma conversa já havia saído em 2008.

O grande problema não é o encontro que o Sumo Pontífice, felizmente reinante, promoveu, mas a má interpretação dele, sobretudo por alguns membros da Igreja e pela mídia. E o que dizer, quando até mesmo nos Seminários vemos pessoas que se opõem às decisões do Papa? São estes os sacerdotes que colocamos para o povo de Deus? E como depois queremos cobrar do povo aquilo que nós não oferecemos a eles?

Com este artigo não quero criar inimizade com os tradicionais, a quem muito admiro (e inclusive sou tradicional!), ou com os sedevacantistas, ou protestantes. Apenas desejo demonstrar de forma clara que as afirmações do Sumo Pontífice não reabilitam a Lutero.

Vamos, porém, ao que disse o Santo Padre:

“«Como posso ter um Deus misericordioso?» O facto que esta pergunta tenha sido a força motriz de todo o seu caminho, não cessa de maravilhar o meu coração. Com efeito, hoje quem se preocupa ainda com isto, mesmo entre os cristãos? Que significa a questão de Deus na nossa vida, no nosso anúncio? Hoje a maioria das pessoas, mesmo cristãs, dá por suposto que Deus, em última análise, não se interessa dos nossos pecados e das nossas virtudes. Ele bem sabe que todos nós não passamos de carne. Se se acredita ainda num além e num juízo de Deus, praticamente quase todos pressupõem que Deus terá de ser generoso e, no fim de contas, na sua misericórdia ignorar as nossas pequenas faltas. A questão já não nos preocupa. Mas, verdadeiramente são assim pequenas as nossas faltas? Porventura não está o mundo a ser devastado pela corrupção dos grandes, mas também dos pequenos, que pensam apenas na própria vantagem? Porventura não é ele devastado por causa do poder da droga, que vive, por um lado, da ambição de vida e de dinheiro e, por outro, da avidez de prazer das pessoas que a ela se abandonam? Não está ele porventura ameaçado por uma crescente predisposição à violência que não raro se dissimula sob a aparência de religiosidade? Poderiam a fome e a pobreza devastar assim regiões inteiras do mundo, se estivesse mais vivo em nós o amor de Deus e, derivado dele, o amor ao próximo, às criaturas de Deus que são os homens? E poderiam continuar as perguntas nesta linha. Não, o mal não é uma ridicularia. Mas não seria forte, se verdadeiramente colocássemos Deus no centro da nossa vida. Esta pergunta que desinquietava Lutero – Qual é a posição de Deus a meu respeito, como apareço a seus olhos? – deve tornar-se de novo, certamente numa forma diversa, também a nossa pergunta, não acadêmica mas concreta. Penso que este constitui o primeiro apelo que deveremos escutar no encontro com Martinho Lutero” (Discurso aos representantes do Conselho da Igreja Evangélica na Alemanha).

Belíssimas palavras do nosso Papa! Quanta sabedoria! Quanta prudência! E neste texto quem seguramente poderá me afirmar que o Papa teria reabilitado Lutero? A única coisa que ele cita como esplêndido na vida do subversor é a pergunta que norteou toda a sua vida. E esta pergunta mesma foi colocada à margem da vida cristã. Elogiar uma pessoa por uma característica, não é elogiá-la pelo todo.

O que norteia-nos hoje? A mídia secularizada, nossos desejos, o excesso, do qual o filósofo Aristóteles bem falara, a relativização, a cultura de morte… Pecamos à vontade porque achamos que Deus perdoará todos os nossos pecados no dia do Juízo Final. Vivemos em constante estado de tibieza, fraquejamos na fé, apegamo-nos ao mundo e depois achamo-nos no direito de apontar os pecados dos outros. Quanta falta de fé! Anunciar a verdade do Evangelho, que é o próprio Cristo, significa transmitir puramente a Santa Doutrina, mas apenas transmitir e não julgar. ‎ “O dano para a Igreja não vem dos seus adversários, mas dos cristãos tíbios” (Papa Bento XVI, Homilia na Vigília com os jovens na Alemanha). Denunciar é uma coisa, julgar é outra bem diferente, e esta compete somente a Deus.

O Santo Padre, em seguida, formula várias perguntas, demonstrando se não seriam nossa culpa tantas desgraças que afligem a humanidade. Sabemos que Lutero era um apóstata, um libertino vulgar que se dizia “reformador” do Cristianismo e da Cristandade. Pode ele não ter querido (o que acho impossível!) a princípio ser este “reformador” e causar esta “desunião”, mas é sabido que ele, apesar de não ter querido, deu total continuidade a este desgraçado acontecimento. E o que aconteceu? A Igreja mudou? O Papado acabou? Não! Lutero morreu! A Igreja não acabou nem acabará!

“O pensamento de Lutero, a sua espiritualidade inteira era totalmente cristocêntrica. Para Lutero, o critério hermenêutico decisivo na interpretação da Sagrada Escritura era «aquilo que promove Cristo». Mas isto pressupõe que Cristo seja o centro da nossa espiritualidade e que o amor por Ele, o viver juntamente com Ele, oriente a nossa vida” (Discurso aos representantes do Conselho da Igreja Evangélica na Alemanha).

Querendo ou não sabemos que a Teologia de Lutero era sim, de certa forma, Cristocêntrica, apesar de não ser Eclesiológica. O centro de todos os seus escritos foi Cristo, foram as Escrituras, independente do que viria a fazer e falar deles depois. E todos os teólogos com quem conversei foram unânimes em afirmá-lo. Agora, se existe alguém que pressupõe saber mais do que os teólogos, e do que o próprio Papa (a quem comparo com um Doutor da Igreja), então não venha disseminar suas ideologias aqui. Ademais, o fato de que os protestantes não estejam unidos ao Corpo eclesiológico não significa que não possam estarem unidos a sua alma. Poderíamos condenar todos os não-católicos ao inferno? E aqueles que tem reta intenção? E aqueles que vivem o Evangelho melhor do que nós? E os que, mesmo não sendo cristãos, procuram viver uma vida reta e sem hipocrisia? Como o próprio Papa dissera:

“«Os publicanos e as mulheres de má vida vão antes de vós para o Reino de Deus. João Baptista veio ao vosso encontro pelo caminho que leva à justiça, e não lhe destes crédito, mas os publicanos e as mulheres de má vida acreditaram nele. E vós, que bem o vistes, nem depois vos arrependestes, acreditando nele» (Mt 21, 31-32). Traduzida em linguagem de hoje, a frase poderia soar mais ou menos assim: agnósticos que, por causa da questão de Deus, não encontram paz e pessoas que sofrem por causa dos seus pecados e sentem desejo dum coração puro estão mais perto do Reino de Deus de quanto o estejam os fiéis rotineiros, que na Igreja já só conseguem ver o aparato sem que o seu coração seja tocado por isto: pela fé.

Assim, a palavra deve fazer-nos refletir seriamente; antes, deve abalar a todos nós. Isto, porém, não significa de modo algum que todos quantos vivem na Igreja e trabalham para ela se devam considerar distantes de Jesus e do Reino de Deus. Absolutamente, não!” (Homilia do Papa na santa Missa em Friburgo)

Sabemos que, pelas suas obras neste mundo, o seu destino ultimo pode não ter sido dos melhores.“Na hierarquia dos anjos rebeldes, ainda que cause pesar aos seus amigos, Lutero ocupa o grau mais baixo, mais próximo do lodo e do pântano” (Th. Mainage: Témoignages dês apostats. Paris 1916, p. 76). Por outro lado: se Cristo perdoou os maiores pecadores, aqueles que mereceriam as chamas eternas, que são os seus assassinos, como poderíamos afirmar que não perdoara também a Lutero? Então me direis: Mais aqueles não conheciam a Cristo, enquanto Lutero o conhecia. Eu responderia: E Cristo faz diferença em sua misericórdia? Acaso todos não são iguais ante seus olhos? Quem somos nós para restringir a misericórdia de Cristo? Quem somos nós para limitá-la e dizer quem deve ou não ser salvo? Não seremos nós, antes, condenados pela nossa falta de caridade? O Sagrado Concílio Vaticano II dirá:

São plenamente incorporados à sociedade que é a Igreja aqueles que, tendo o Espírito de Cristo, aceitam toda a sua organização e os meios de salvação nela instituídos, e que, pelos laços da profissão da fé, dós sacramentos, do governo eclesiástico e da comunhão, se unem, na sua estrutura visível, com Cristo, que a governa por meio do Sumo Pontífice e dos Bispos. Não se salva, porém, embora incorporado à Igreja, quem não persevera na caridade: permanecendo na Igreja pelo «corpo», não está nela com o coração. Lembrem-se, porém, todos os filhos da Igreja que a sua sublime condição não é devida aos méritos pessoais, mas sim à especial graça de Cristo; se a ela não corresponderem com os pensamentos, palavras e acções, bem longe de se salvarem, serão antes mais severamente julgados (Constituição DogmáticaLumen Gentium, 14).

O Concílio ainda afirma:

A Igreja vê-se ainda unida, por muitos títulos, com os batizados que têm o nome de cristãos, embora não professem integralmente a fé ou não guardem a unidade de comunhão com o sucessor de Pedro. Muitos há, com efeito, que têm e prezam a Sagrada Escritura como norma de fé e de vida, manifestam sincero zelo religioso, creem de coração em Deus Pai omnipotente e em Cristo, Filho de Deus Salvador, são marcados pelo Batismo que os une a Cristo e reconhecem e recebem mesmo outros sacramentos nas suas próprias igrejas ou comunidades eclesiásticas. Muitos de entre eles têm mesmo um episcopado, celebram a sagrada Eucaristia e cultivam a devoção para com a Virgem Mãe de Deus. Acrescenta-se a isto a comunhão de orações e outros bens espirituais; mais ainda, existe uma certa união verdadeira no Espírito Santo, o qual neles actua com os dons e graças do Seu poder santificador, chegando a fortalecer alguns deles até ao martírio. Deste modo, o Espírito suscita em todos os discípulos de Cristo o desejo e a prática efectiva em vista de que todos, segundo o modo estabelecido por Cristo, se unam pacificamente num só rebanho sob um só pastor. Para alcançar este fim, não deixa nossa mãe a Igreja de orar, esperar e agir, e exorta os seus filhos a que se purifiquem e renovem, para que o sinal de Cristo brilhe mais claramente no seu rosto (Idem, 45).

Na belíssima declaração Dominus Iesus, se diz:

Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. As Igrejas que, embora não estando em perfeita comunhão com a Igreja Católica, se mantêm unidas a esta por vínculos estreitíssimos, como são a sucessão apostólica e uma válida Eucaristia, são verdadeiras Igrejas particulares. Por isso, também nestas Igrejas está presente e atua a Igreja de Cristo, embora lhes falte a plena comunhão com a Igreja católica, enquanto não aceitam a doutrina católica do Primado que, por vontade de Deus, o Bispo de Roma objetivamente tem e exerce sobre toda a Igreja.

As Comunidades eclesiais, invés, que não conservaram um válido episcopado e a genuína e íntegra substância do mistério eucarístico, não são Igrejas em sentido próprio. Os que, porém, foram baptizados nestas Comunidades estão pelo Batismo incorporados em Cristo e, portanto, vivem numa certa comunhão, se bem que imperfeita, com a Igreja. O Batismo, efetivamente, tende por si ao completo desenvolvimento da vida em Cristo, através da íntegra profissão de fé, da Eucaristia e da plena comunhão na Igreja (nº 17).

Agora a questão é: Se alguém não aceita o Sagrado Concílio Vaticano não é a mim que se opõe, mas a Doutrina da Igreja, unida ao Sucessor de São Pedro, o nosso Supremo Pastor Visível.

Lutero era sim hipócrita! Queria condenar a Igreja por “vender” indulgências, mas era assassino, comparável a estes miseráveis abortistas e a estes movimentos claramente contrários a dignidade da vida humana.Antes: era antissemita. Ele próprio escrevera: “A Alemanha deve ficar livre de judeus, aos quais após serem expulsos, devem ser despojados de todo dinheiro e joias, prata e ouro, e que fossem incendiadas suas sinagogas e escolas, suas casas derrubadas e destruídas (…), postos sob um telheiro ou estábulo como os ciganos (…), na miséria e no cativeiro assim que estes vermes venenosos se lamentassem de nós e se queixassem incessantemente a Deus” (“Sobre os judeus e suas mentiras“ de Martinho Lutero).

“É nossa a culpa em não matar eles.“, dizia Lutero a respeito dos judeus (Michael, Robert. “Luther, Luther Scholars, and the Jews,” Encounter, 46 (Autumn 1985) No.4:343).

Conhecendo a ideologia desta personagem, que é a prefiguração de Hitler, vocês achariam realmente que o Santo Padre tenderia a reabilitar Lutero? A única coisa que ele não poderia afirmar (como também nenhum de nós) é que Lutero esteja no inferno. Detesto Lutero, mais neste aspecto não poderia calar-me diante da afirmação de alguns, sobretudo da mídia, que, como sempre, tende a contrariar as afirmações do Santo Padre.

Em 2006 Sua Santidade Bento XVI tinha afirmado que: “A fé não é uma marcha triunfal, mas um caminho salpicado de sofrimentos e de amor” (Audiência Geral, 24 de maio de 2006). Quem critica o Papa deveria ter ao menos um pouco de Teologia para saber que a justificação pela fé, para Lutero, tornaria o homem impecável, e, portanto, seria um triunfante caminho em direção do céu. Com este ataque o Papa faz cair por terra a ideia de uma possível reabilitaçãode Lutero, que, tenho certeza disto, nunca virá a acontecer.

Portanto, tenhamos cautela em nossas colocações. Negar a Misericórdia de Deus é pecado gravíssimo. Rezemos pelos membros da confissão luterana, que tiveram a triste sorte de terem Lutero como fundador, e rezemos pelo nosso Papa. Que o Espírito Santo o ilumine e inspire sempre mais. Que ele continue sendo esta autêntica testemunha da Verdade, modelo para todos os cristãos. E que sempre nos lembremos das promessas de Cristo: “As portas do inferno não prevalecerão” (Mt 16,16).

Viva o Santo Padre!!

Viva a Santa Igreja Católica!!

Os muçulmanos fazem o que querem e o mundo se cala. Menina de 12 anos é estrupada e obrigada a se casar, graças ao direito de uma religião injusta.

Raptada e estuprada repetidamente, durante oito meses, por um bando de militantes islâmicos. Aniquilada e traumatizada, converteu-se e foi forçada ao casamento islâmico.
 
A história de Ana (nome fictício), menina cristã de 12 anos de idade, é semelhante às histórias de cerca 700 meninas e jovens cristãs, e de pelo menos 250 jovens hindus, que a cada ano sofrem terríveis violências e abusos no Paquistão. Os muçulmanos, contam fontes da agência Fides em Punjab empenhadas em lhes prestar assistência, “as consideram objeto, mercadoria, e as tratam como animais”.
Há uma forte indignação na comunidade cristã do Paquistão, depois dos inúmeros casos de violência impunes. Como confirmam fontes confiáveis da agência, “os raptores e estupradores de Ana estão livres porque pertencem ao grupo radical islâmico Lashkar-e-Tayyaba (banido por terrorismo) e a polícia até se recusou de ordenar uma visita médica”. O magistrado da região registrou uma denúncia contra alguns homens muçulmanos, mas não dispôs nenhuma medida restritiva contra eles. A polícia convidou os pais de Ana a entregar a menina ao “marido legal” (o estuprador), senão poderiam sofrer um processo penal.
Ana tem 12 anos e é filha de Arif Masih, varredor de rua em Shahdra, pequena cidade nos arredores de Lahore, capital da província de Punjab. Ana foi raptada por dois homens muçulmanos em 24 de dezembro de 2010, enganada por uma amiga. Batida e violentada durante dias, foi forçada a assinar alguns documentos que atestam a sua conversão e o casamento com um dos criminosos, Muhammad Irfan.
Em 5 de janeiro de 2011, seu pai apresentou uma denúncia (First Information Report) contra desconhecidos. Somente em setembro, oito meses depois do seu desaparecimento, Ana chamou a sua família de Tandianwalla, no estreito de Faisalabad, a 190 quilômetros de Lahore. Contou que tinha sido raptada, mas que tinha conseguido fugir. Voltando para casa, contou ao magistrado a sua história. Mas Muhammad Irfan apresentou uma certidão de casamento, graças à qual até a acusação de estupro tornou-se sem efeito. A polícia aconselhou os pais de Ana a entregá-la ao seu algoz. Ana e seus pais hoje se escondem e os militantes de Lashkar-e-Tayyaba estão à sua procura.
“Dentre outras coisas, o casamento antes dos 16 anos de idade é ilegal. Isto demonstra que o governo, a magistratura e a polícia do Punjab buscam cobrir os maus procedimentos dos grupos radicais islâmicos e são cúmplices”, nota uma fonte da agência Fides. No Paquistão é prática comum dos grupos extremistas islâmicos raptar e estuprar as meninas pertencentes às minorias religiosas cristãs e hindus. Segundo Amarnath Motumal, advogado e membro da “Comissão para os direitos humanos do Paquistão”, ONG conhecida e divulgada em todas as províncias, todos os meses 20 jovens hindus são raptadas e convertidas à força.
As organizações cristãs e a sociedade civil reuniram diversos casos e histórias onde a polícia se omitiu de investigar, e hoje pedem uma intervenção decidida do governo, pedindo às Nações Unidas que pressionem para que cessem estes abusos flagrantes dos direitos humanos.


Fonte: http://reporterdecristo.com

Enquanto o islamismo cresce, o cristianismo perde população no Oriente e respeito no mundo

Este videio do Padre Paulo Ricardo nos mostra as vantagens ganhas ao islamismo sobre o mundo no ataque de 11 de setembro.
E as desvantagens geradas ao cristianismo.




Estendendo mais um pouco o assunto podemos ver que no Oriente os cristão perderão o direito de liberdade de expressão.

Na noite de domingo (9/10/2011), cristãos coptas egípcios organizaram o que era para ser uma vigília pacífica em frente à sede da emissora de TV estatal no Cairo. Os mil manifestantes representavam a antiga comunidade cristã de cerca de 8 milhões de pessoas, cuja presença no Egito precede a dominação islâmica em várias séculos. Eles se reuniram no Cairo para protestar contra os recentes incêndios criminosos de duas igrejas por arruaceiros muçulmanos, e contra a rápida ascensão da violência (com apoio do governo) contra os cristãos por grupos muçulmanos desde a renúncia do ex-presidente egípcio Hosni Mubarak em fevereiro.


De acordo com fontes coptas, os manifestantes foram cercados por agressores islâmicos, que rapidamente ganharam suporte de forças militares. Entre 19 e 40 cristãos coptas foram mortos por soldados e atacantes muçulmanos. Foram atropelados por veículos militares, espancados, baleados e arrastados pelas ruas do Cairo.


A emissora estatal relatou apenas que três soldados haviam sido mortos. De acordo com a agência Ahram Online, os soldados atacaram os estúdios da emissora de TV al-Hurra na noite de domingo para bloquear a transmissão de informações sobre o ataque militar contra os cristãos coptas.


Ao que parece, a tentativa de controle de informações sobre o que aconteceu funcionou. As notícias na segunda-feira sobre a violência deram poucos sinais da identidade dos mortos ou feridos. É certo que não contaram a história do que realmente aconteceu domingo à noite no Cairo.


Em outro evento, o patriarca católico maronita do Líbano, Bechara Rai, gerou polêmica há duas semanas. Durante uma visita oficial a Paris, Rai alertou o presidente francês Niolas Sarkozy que a queda do regime de Assad na Síria seria um desastre para os cristãos da Síria e de regiões próximas. Hoje a oposição, que tem apoio do Ocidente, é dominada pela Irmandade Islâmica. Rai alertou que a derrubada do presidente Bashar Assad poderia levar a uma guerra civil e ao estabelecimento de um regime islâmico.


Cristãos coptas egípcios exibem pano manchado de sangue após conflito com soldados e a polícia durante protesto no Cairo.


No Iraque, a insurgência patrocinada pelo Irã e pela Síria que se seguiu à derrubada pelos americanos do regime baathista de Saddam Hussein, em 2003, promoveu uma guerra sangrenta contra a população cristã do Iraque. Este mês marca o primeiro aniversário do massacre de 58 fiéis em uma igreja católica em Bagdá. Na década passada havia 800 mil cristãos no Iraque. Hoje, são apenas 150 mil.


Sob o xá do Irã, os cristãos eram mais ou menos livres para praticar sua religião.


Hoje os cristãos iranianos estão sujeitos a caprichos de soberanos muçulmanos, que não conhecem outra lei a não ser a da supremacia islâmica.


O suplício do pastor evangélico Yousef Nadarkhani é um exemplo. Ele foi preso há dois anos, julgado e condenado à morte por apostasia, por se recusar a renegar sua fé cristã. Não existe lei contra a apostasia no Irã, mas isso não importa. O aiatolá Khomeini era contra a apostasia. A lei islâmica também é.


Depois que a história de Nadarkhani foi publicada no Ocidente, os iranianos mudaram de plano.


Agora eles teriam abandonado a acusação de apostasia e sentenciado o pastor à morte por estupro. O fato dele nunca ter sido acusado ou condenado por estupro não tem importância.


Cristãos palestinos, igualmente, têm sofrido sob os líderes eleitos pela população.


Quando a Autoridade Palestina foi estabelecida em 1994, os cristãos eram 80% da população de Belém. Hoje correspondem a menos de 20%.


Desde que o Hamas “libertou” Gaza em 2007, a antiga minoria cristã da região tem sofrido ataques constantes. Com apenas 3 mil membros, a comunidade cristã de Gaza teve igrejas, conventos, livrarias e bibliotecas incendiadas por integrantes do Hamas e seus aliados. Seus membros foram atacados e mortos. Apesar de o Hamas ter prometido a proteção dos cristãos da cidade, ninguém foi preso por violência anticristã.


Da mesma forma que os judeus no mundo islâmico foram expulsos das suas antigas comunidades por governantes árabes com a criação do Estado de Israel em 1948, os cristãos também foram perseguidos e expulsos de suas casas. Regimes populistas islâmicos e árabes usam o supremacismo da religião islâmica e o chauvinismo racial árabe contra cristãos como gritos de guerra para insuflar as multidões para seus propósitos. Esses apelos, por sua vez, levaram à dizimação das populações cristãs no mundo árabe e islâmico.


Bechara Rai, o patriarca católico maronita do Líbano.

Por exemplo, quando o Líbano obteve sua independência da França em 1946, a maioria dos libaneses era cristã. Hoje os cristãos são menos de 30% da população. Na Turquia, a população cristã foi reduzida de 2 milhões no fim da Primeira Guerra Mundial para menos de 100 mil hoje. Na Síria, na época da independência, os cristãos representavam quase metade da população. Hoje 4% dos sírios são cristãos. Na Jordânia, há meio século, 18% da população era cristã. Hoje apenas 2% dos jordanianos são cristãos.


Os cristãos são proibidos de praticar sua religião na Arábia Saudita. No Paquistão, a população cristã está sendo sistematicamente destruída por grupos islâmicos apoiados pelo regime. Incêndios de igrejas, conversões forçadas, estupros, assassinatos, seqüestros e perseguição legal de cristãos paquistaneses se tornaram ocorrências diárias.


Infelizmente, para os cristãos do mundo islâmico, sua causa não está sendo defendida por governos ou igrejas do Ocidente. A França, em vez de impor como condição para seu apoio à oposição síria o compromisso com a liberdade religiosa para todos por parte dos seus líderes, através de seu Ministério das Relações Exteriores reagiu com irritação às advertências de Rai sobre o que provavelmente acontecerá aos cristãos sírios, caso o presidente Bashar Assad e seu regime sejam derrubados. O Ministério das Relações Exteriores da França publicou uma declaração afirmando que estava “surpreso e desapontado” com as declarações de Rai.


O governo de Obama foi menos solidário ainda. Rai está viajando pelos EUA e pela América Latina em uma visita de três semanas a comunidades de imigrantes maronitas. A existência dessas comunidades é conseqüência direta da perseguição árabe e islâmica aos cristãos maronitas do Líbano.


A ida de Rai aos Estados Unidos deveria começar com uma visita a Washington e um encontro com altos funcionários do governo americano, incluindo o presidente Barack Obama. No entanto, após as declarações de Rai em Paris, o governo americano cancelou todas as reuniões marcadas com ele. Ou seja, em vez de considerar os perigos sobre os quais Rai alertou e usar a influência americana para aumentar o poder dos cristãos, curdos e outras minorias em qualquer governo sírio pós-Assad, o governo Obama decidiu boicotá-lo por chamar atenção para o perigo.


Com exceção dos evangélicos, a maioria das igrejas ocidentais está igualmente desinteressada em defender os direitos de co-religiosos no mundo islâmico. A maioria das principais denominações protestantes, da Igreja Anglicana e seus vários ramos dentro e fora dos EUA à Metodista, Batista, Menonita e outras, não fez esforço algum para proteger ou defender os direitos dos cristãos no mundo islâmico.


Em vez disso, na última década, essas igrejas e seus ramos internacionais buscaram repetidas vezes atacar o único país do Oriente Médio em que a população cristã aumentou nos últimos 60 anos: Israel.


Quanto ao Vaticano, nos cinco anos desde que o papa Bento XVI, no seu discurso em Regensburg, lançou um desafio aos muçulmanos para que agissem com bom senso e tolerância ao lidar com outras religiões, abandonou a posição anteriormente adotada. Um diálogo entre iguais se tornou uma súplica ao islã em nome de uma compreensão ecumênica. No ano passado o papa organizou um sínodo sobre os cristãos do Oriente Médio que não mencionou a perseguição anticristã por forças e regimes islâmicos e populistas. Israel, por outro lado, foi o principal alvo de críticas.


A diplomacia do Vaticano se estendeu até o Irã, para onde enviou um representante para participar de uma falsa conferência antiterrorista de Mahmoud Ahmadinejad. Conforme relatou Giulio Meotti para a agência israelense Ynet, enquanto todos os embaixadores da União Européia saíam no meio do discurso de negação do Holocausto de Ahmadinejad na segunda conferência das Nações Unidas em Durban, o embaixador do Vaticano ficou sentado. O Vaticano abraçou líderes da Irmandade Islâmica na Europa e no Oriente Médio.


É difícil imaginar aonde os governos e as igrejas ocidentais pensam que vão chegar fazendo vista grossa à perseguição e dizimação de comunidades cristãs no mundo islâmico. Como mostram os acontecimentos do domingo passado no Egito e os ataques diários de muçulmanos contra cristãos na região, as atitudes do Ocidente não estão aplacando ninguém. Mas fica bastante claro que ele irá colher o que plantou.


Fonte: Evangélica http://www.beth-shalom.com.br/artigos/cristaos_oriente.html